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O sargento, o marechal e o faquir (e-book)
9786586264050 
272 páginas
2020

O sargento, o marechal e o faquir (e-book)

Rafael Guimaraens


R$ 19,90


No dia 11 de março de 1966, depois de participar de duas tentativas frustradas de levante contra a ditadura civil-militar, em Porto Alegre, o sargento expurgado do Exército Manoel Raymundo Soares planeja uma última ação política: distribuir panfletos contra a presença do Marechal Castelo Branco, que chega à cidade. No entanto, cai numa armadilha montada pelo faquir e cenógrafo Edu Rodrigues. Paraense de origem muito pobre, autodidata, leitor obsessivo e apreciador de música clássica, o sargento foi exemplo de conduta e coragem para seus colegas de quartel e companheiros da luta armada. Barbaramente torturado, após a cilada, foi enviado à Ilha do Presídio e de lá escreveu cartas para sua mulher, a Betinha. Sua morte trágica ficou conhecida como o Caso das Mãos Amarradas.
Esta edição do livro tem patrocínio da Caixa Econômica Federal.
Foto de capa: Assis/Martins – Agência RBS



Sobre o autor

O sargento, o marechal e o faquir (e-book)

Rafael Guimaraens

Nascido em Porto Alegre (25/05/1956), Carlos Rafael Guimaraens Filho é jornalista profissional desde 1976. Atuou como repórter, editor e secretário de redação da Cooperativa dos Jornalistas de Porto Alegre (Coojornal). Foi editor de Política do jornal Diário do Sul. Exerceu diversas funções nas assessorias de imprensa da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Governo do Estado do RS e Assembleia Legislativa do RS.

É autor dos livros “O Livrão e o Jornalzinho” (1997, reedição em 2011), “Pôrto Alegre Agôsto 61” (2001), “Trem de Volta, Teatro de Equipe” (com Mario de Almeida, 2003), “Tragédia da Rua da Praia” (2005, Prêmio “O Sul Nacional e os Livros”, categoria melhor narrativa longa), “Abaixo a Repressão – Movimento Estudantil e as Liberdades Democráticas” (com Ivanir Bortot, 2008), “Teatro de Arena – Palco de Resistência” (2009, Prêmio Açorianos categoria Especial e Livro do Ano), “A Enchente de 41” (2010, Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores, como melhor livro não-ficção), “Rua da Praia – Um Passeio no Tempo” (2010), “Unidos pela Liberdade!” (2011), “Mercado Público – Palácio do Povo” (2012), “A Dama da Lagoa” (2013), “Aguas do Guaíba” (2015), “O Sargento o Marechal e o Faquir” (2016, Prêmio da Associação Gaúcha de Escritores, categoria Especial), 20 Relatos Insólitos de Porto Alegre” (2017, Prêmio Minuano de Literatura), “Fim da Linha - Crime do Bonde” (2018), “O Espião que Aprendeu a Ler (2019) e “1935” pela Editora Libretos.

Em 1986, editou o livro “Legalidade – 25 anos”. Coordenou a edição do livro “Coojornal – um Jornal de Jornalistas sob o Regime Militar” (2011, Prêmio Açorianos, categoria Especial) e “Os Filhos Deste Solo – Olhares Sobre o povo Brasileiro” (2013). Produziu o roteiro do espetáculo “Legalidade – o Musical” (2011), exibido diante do Palácio Piratini, em comemoração aos 50 anos da Campanha da Legalidade.

Atividades continuadas em Cultura

Rafael Guimaraens

https://literaturapolicial.com/2016/04/11/tragedia-da-rua-da-praia-por-rafael-guimaraens/

https://gauchazh.clicrbs.com.br/cultura-e-lazer/noticia/2013/11/a-dama-da-lagoa-reconstitui-crime-passional-ocorrido-em-porto-alegre-nos-anos-1940-4325466.html

https://revistaforum.com.br/colunistas/inversoconjugado/ex-sargento-com-orgulho-conheca-a-historia-de-uma-das-primeiras-mortes-da-ditadura/

http://www.ihuonline.unisinos.br/artigo/6612-rafael-guimaraens

https://www.uniritter.edu.br/noticias/blog/editora-libretos-lanca-obra-sobre-a-enchente-de-41

https://rascunho.com.br/rascunho-recomenda/fim-da-linha-o-crime-do-bonde/

https://rascunho.com.br/noticias/a-servico-da-historia/

https://gauchazh.clicrbs.com.br/cultura-e-lazer/livros/noticia/2017/03/livro-reune-20-historias-insolitas-de-porto-alegre-9752453.html

Livros



Saiba mais...

“O Sargento, o Marechal e o Faquir”, de Rafael Guimaraens, resgata a trajetória do sargento Manoel Raymundo Soares, assassinado no chamado “Caso das Mãos Amarradas”, que completa 50 anos, e primeira vítima fatal oficial do golpe militar. Utilizando uma narrativa de romance político-policial, o autor traça um perfil do personagem, nascido de uma família muito pobre de Belém do Pará, que se mudou para o Rio de Janeiro para servir ao Exército. Autodidata, culto, politizado e amante da música clássica, se tornou um dos líderes do movimento dos sargentos pelas reformas de base, durante o Governo João Goulart, e contra a ditadura implantada em 1964.

Detido em uma emboscada, em Porto Alegre, traído por um ex-faquir e informante da repressão, resistiu a dez dias de torturas ininterruptas sem delatar seus companheiros. As investigações responsabilizaram o DOPS gaúcho pelo crime, mas somente 30 anos depois sua viúva conseguiu responsabilizar a União pela morte de Soares. Inclui um caderno de fotos e reprodução de documentos relativos ao caso.

Sumário

Parte I
O sargento, o marechal e o faquir

Parte II
Campo minado: a árdua busca pela verdade

13 de agosto de 1966

Epílogo

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Pesquisa

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