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Canto quinto, Dante
9786586264364
21 x 28 cm
64 páginas
1ª edição - 2021

Design Gráfico:
Clô Barcellos

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Canto Quinto, Dante

Edição ampliada - Fac-símile da tradução de Eduardo Guimaraens de 1920


Tradutor: Eduardo Guimaraens

R$ 45,00


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Por ocasião do sétimo centenário da morte de Dante Alighieri, o projeto Eduardo Guimaraens por suas netas e netos lança, pela Libretos Editora, a edição ampliada da tradução que Eduardo Guimaraens compôs para o Canto Quinto, do Inferno, em 1920.

Eduardo traduziu e publicou o Canto Quinto, em formato plaquete, impresso em Porto Alegre, nas “Officinas graphicas da Livraria Americana”. Para a sua tradução usou a versão editada em Florença, em 1899. A plaquete foi anunciada com entusiasmo pela crítica especializada e sua edição se esgotou rapidamente. 

Em 1921, foi escolhido para proferir a palestra do sarau de abertura das Comemorações do 6° centenário da morte de Dante Alighieri, realizado no Palacete Rocco, no Centro Histórico de Porto Alegre.

A edição ampliada lançada agora, além da plaquete de 1920, com o Canto Quinto em fac-símile e na grafia da época, reproduz trechos originais de duas obras históricas: Lectvra Dantis, de 1899, e La Divina Commedia, de 1902. E com a transcrição da sua conferência no sarau, reprodução de documentos originais e imagens do seu acervo, busca-se trazer um pouco da atmosfera de Eduardo e sua enorme admiração pelo imortal poeta florentino. Antes de Dante, os livros eram escritos em latim. Por ter escrito em italiano, é considerado o pai da língua italiana.

Além de poder comparar o idioma italiano de diferentes épocas, o leitor poderá apreciar as ilustrações da edição original de 1902, de autoria de A. Alessandronelli, A. Razzolini e S. Bicchi (uma edição raríssima do acervo de Eduardo).

Canto quinto, Dante
Canto quinto, Dante


  • Eduardo Guimaraens (1892/1928)

    Além de poeta e jornalista, Eduardo Guimaraens era tradutor e, como tal, sua produção foi vasta. Traduzia poesia e prosa do francês, italiano, inglês e espanhol. Traduziu Baudelaire, Verlaine, Dante, Gabriele D’Annunzio, Keats, Oscar Wilde. Adaptou Antígona, de Sófocles. Muitos de seus trabalhos foram publicados em jornais como A Federação e o Correio do Povo, mas deixou traduções inéditas.

    Dante Alighieri (1265/1321)

    Foi o maior poeta medieval italiano. Em 1292, Dante concluiu a obra La Vita Nuova, uma coletânea de poemas amorosos dedicados à musa Beatriz, a qual, no último soneto, habita as glórias do paraíso. Ao final da obra, ele promete dizer de Beatriz “o que jamais disse de mulher alguma”. Cumpriu a promessa na Commedia.

    Dante teve importante atuação política. Militou ao lado dos guelfos moderados, os chamados “brancos”, contrários às ambições do papado de dominar Florença. Ele integrou o “Conselho do Capitão”, o “Conselho dos Cem” – instâncias administrativas da cidade - foi embaixador e prior (Florença era governada por seis priores). Em janeiro de 1302, os moderados foram derrotados e, em 10 de março, Dante foi exilado de Florença (seria queimado vivo se ali permanecesse). Foi durante o exílio que escreveu a Commedia.

    Além de La Vita Nuova e da Commedia, Dante é autor das obras Convívio (sobre cultura e política, do qual completou três dos 15 livros projetados), De Vulgari Eloquentia (uma defesa da linguagem popular, planejada para quatro volumes e concluiu até o 14º capítulo do segundo livro), Monarchia (tese política), Quaestio de Aqua et Terra (sobre a então discutida questão de não poder a água superar, em altura, a terra imersa) e Epístolas (13 cartas em latim a diferentes destinatários, cujo interesse decorre do seu estilo e erudição). 

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